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Banco de Cérebros #46 - Trovão Tropical


Nessa semana, eu @Rafael_TekkenBarbao e Leo Neves vamos falar sobre de uma das maiores comédias da década de 2000. TROVÃO TROPICAL! Que como diria a contra-capa do DVD, é "Uma Sátira aos Filmes de Guerra. Uma Crítica aos Bastidores de Hollywood". Ben Stiller, Robert Downey Jr, Jack Black e uma galera demolidora!

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Banco de Cérebros #45 - Scott Pilgrim


Nessa semana, eu @Rafael_TekkenBarbao e Leticia (que não participa a 2 anos desde a edição #03) falaremos sobre a preciosa vidinha de Scott Pilgrim: Quem é? Onde mora? O Que come? Quem come? CHEGA MAIS!

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A Nostalgia Musical de Post Modern Jukebox

Pra quem curte o jazz e o blues, sabe que é meio difícil encontrar novos artistas, novas idéias e novas maneiras de explorar o gênero. Mas, para quem pensa que o gênero, após tantas décadas, está caindo na mesmice, se engana muito. Recentemente, no youtube, um grupo musical intitulado de “PostModernJukebox” vem fazendo abundante sucesso devido à sua criatividade.


E o que eles fazem? Transformam as músicas da cultura Pop em jazz e blues. Suas reinterpretações vintage de sucessos atuais e antigos são caprichadas, bem pensadas e executadas com extrema qualidade. Seus clipes têm sempre a aparência e comportamento dos músicos das décadas de 40, 50 e 60. São arte em sua mais pura e acessível forma.
   
Para você leitor não ter desculpa alguma para não conhecer o trabalho dos caras, eu vou lhes mostrar alguns dos clipes, para lhes atiçar curiosidade. Começamos com “All about that bass”. A abertura do clipe é feita por Casey Abrams, que toca o violoncelo enquanto canta o refrão. Depois, ele deixa o microfone para a cantora Haley Reinhart e sua perfeita voz, acompanhada de uma impecável banda de jazz. Ouça e veja.


Em seguida, vamos para “Burn”. Cantado por Robyn Adele Anderson(no centro), Cristina Gatti(esquerda) e Ashley Stroud(direita). No clipe, elas representam um grupo de garotas da década de 60; algo que era muito comum na época, vide o filme Dreamgirls. A música em si é muito agradável, mas o destaque no clipe fica para o saxofone de Stefan Zeniuk, que solta labaredas de fogo enquanto é tocado. É ver para crer.


Agora, veremos “Royals”. O cover desta música da Lorde é cantado pelo magnífico “Palhaço da voz de ouro”. Ele é um homenzarrão vestido de palhaço triste. Sua aparência é bem sem graça, e não anima. Mas, quando ele começa a cantar... É de arrepiar!


E, por último, um dos meus covers preferidos, interpretado pela minha cantora favorita do coração neste grupo, Robyn Adele Anderson. Cantando “Call Me Maybe”, ela mostra a voz perfeita que tem.


PostModernJukebox tem certamente cantores incríveis e exímios músicos em sua composição, que misturam perfeitamente o pop e o jazz, criando seu estilo único e delicioso. E aí, virou fã dos caras? Se sim, se inscreve lá no canal deles!

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Rocket League: O jogo em que os carros batem uma bolinha



“Rocket League” é um game recém lançado na Steam e disponibilizado gratuitamente na PSN. Até então, pouco se havia ouvido falar sobre o título, já que se trata de um Indie que não teve verba para publicidade.

Apesar disso, o jogo vendeu que é um absurdo! Em dois de lançamento, já haviam sido vendidas 80 mil cópias. Isto se deve a qualidade do jogo, que é divertido pacas, ainda mais quando jogado entre amigos.

Curioso pra saber do que se trata o jogo? Tá lá no título. São carros jogando futebol. Não existe frase melhor para explicar este divertido joguete. Você controla um carro que muito lembra um carrinho de controle remoto, e, junto com o seu time, que pode ser de mais um, dois ou três jogadores, deve “dirigir” uma bola gigante até o gol do adversário.



Os carros têm um potente turbo que os ajuda até mesmo a voar por alguns segundos. Também dão piruetas, batem na bola de bicicleta e de peixinho, tudo isso em um gigante estádio colorido com os tons dos dois times.

A física dos carros é irreal, visando o melhor controle deles, mas a bola responde bem ao ambiente e às pancadas dos jogadores.

Empolgante e divertido, Rocket League tem tudo para ser um sucesso. E, por que não, se tornar um jogo competitivo?

Veja abaixo um vídeo do jogo, tenho certeza que irá gostar. Afinal, no país do Pelé e do Ayrton Senna, como não gostar de Rocket League?


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