Mostrando postagens com marcador Crítica filme 2014. Mostrar todas as postagens

Os Guardiões da Galaxia (Bunch of assholes!)


ADVERTÊNCIA: Você deve escutar essa Trilha Sonora!


A Marvel Studios é injusta até dizer chega! Até quando eu estava enjoando de adaptações de quadrinhos para o cinema, eles conseguiram me colocar de volta ao jogo e me animar! Começou com Capitão América 2, e agora com Guardiões da Galaxia, filme que mostra que a Marvel pode transformar até os heróis mais desconhecidos em personagens extremamente carismáticos!

Em Guardiões da Galaxia temos Peter Quill, um jovem terráqueo que, depois da morte de sua mãe, foi capturado e levado ao espaço. Ele cresceu e se tornou um saqueador (tipo um Indiana Jones mercenário). Depois de roubar um artefato chamado Orb (que é uma das joias do infinito de Thanos), ele passa a ser procurado por várias caçadores de recompensa, e junta-se a Gamora, Drax, Rocket Raccon e Groot.

Se O Soldado Invernal foi um thriller de espionagem sério, Guardiões da Galaxia é um filme de anti-heróis que não tem a menor preocupação em ser sério ou sutil. Em determinada cena do filme Star lord fala sobre a lenda de "Footloose" e do guerreiro Kevin Bacon. A Marvel transformou Guardiões em uma grande homenagem Pop aos anos 80, pois o estilo é tão caracteristico da época, que nos faz lembrar de Star Wars. Todo o visual Si-fi é lindo e muito bem retratado (grande direção de arte), o que torna tudo mais palpável. 

A Primeira cena do filme (que não revelarei aqui) é extremamente importante, pois nos faz querer acompanhar Star Lord em sua aventura. O Personagem se torna mais profundo. Gamora pode ser ameaçadora, mas diferente da personagem dos quadrinhos, a versão dela para o cinema demonstra-se mais fragil, porem, mais humana. Drax, sem a habilidade de entender sarcasmo, torna-se extremamente divertido. Sua motivação é compreensível e não precisou de muito tempo de explicação para ser entendida. Rocket Raccon é um dos personagens mais interessantes, pois apesar de ser um Guaxinim, é tão humano quando qualquer outra pessoa. E é o mais porra loka da história toda (a cena em que ele atira em todos da prisão é algo lindo...perturbador, mas lindo...). "Eu sou o Groot"...Quer dizer, Groot é aquele personagem de bom coração, que quando está em situação de perigo, não pensa duas vezes em destruir tudo que encontra. Uma frase é o suficiente para adorarmos tanto ele. "Nós somos Groot!"


Os vilões do filme podem ser um pouco desinteressantes (apesar de Roman ser um dos mais perigosos do universo Marvel), mas isso se deve pelo filme dar todo o destaque ao grupo principal. Aqui não temos grandes ligações a outros filmes, e isso é o que dá espaço para o desenvolvimento de um novo universo. O Cinema sempre precisa de novidade. Algo que faça o espectador querer cada vez mais um pouco do universo retratado, e isso é o que o filme faz de melhor.

A Marvel Studios sabe o que faz. Se haviam duvidas, agora elas já não existem mais. Guardiões da Galaxia é um filme que está longe de ser sombrio e muito menos sutil. Vai direto ao ponto! No clímax do filme vemos os heróis enfrentando Roman, e Star Lord afirma: "Somos os Guardiões da Galaxia!". É, parabéns ao filme por não ter medo de ser o que é!


Planeta dos Macacos - O Confronto


Quando foi noticiado que Rupert Wyatt, diretor de Planeta dos Macacos - A Origem não dirigiria mais a continuação pois a FOX estava pressionando-o para que o filme saísse o quanto antes, o sentimento que ficou foi que o filme seria desastroso. Todo mundo sabe que um filme feito as pressas tem grandes chances de ser uma bosta (o que nos diz algo sobre o próximo Quarteto Fantástico). Mas curiosamente Planeta dos Macacos - O Confronto é um ótimo filme! E mais: Conseguiu superar seu antecessor.

Dessa vez estamos 10 anos no futuro com Cesar liderando os demais macacos em uma zona de São Francisco, depois que o virus da gripe simia (mostrada no ultimo filme) devastou quase toda a raça humana. Até que um grupo liderado por Malcom (Jason Clarke) aparece com a intenção de restabelecer a energia de sua cidade sobrevivente, sendo que a usina que serve como fonte de energia está na area dos macacos. A Partir disso o conflito entre macacos e humanos acaba sendo inevitável.


Alem do sentimento de "isso vai dar merda" que está presente o filme todo (a fotografia escura reforça isso), um grande trunfo do filme é ser extremamente atual. Os complitos entre humanos e macacos são extremamente semelhantes a questão de Israel e Palestina que acompanhamos nesse ano. O Personagem Koba, que diferente de Cesar demonstrava um desprezo pela raça humana, é o exemplo de "monstro" criado pela violencia (assim como Israel foi atacada durante anos e agora vê uma oportunidade de finalmente ser o "bullying" da história).


E o paralelo não se restringe a realidade em que vivemos, mas tambem ao próprio filme. De um lado vemos o lider Cesar, pacifico mas autoritario. Um personagem extremamente bem contruido que mesmo estando no segundo filme continua a evoluir. Do outro lado vemos o personagem de Clarke, que assim como Cesar tem uma familia para cuidar e tambem é tão pacifico quanto. Os dois personagens são o reflexo um do outro, apesar de Clarke ser um personagem fraco em personalidade se o compararmos a Cesar.

Alias todo o nucleo humano é desinteressante se comparado aos macacos, que são muito mais profundos. Os efeitos especiais colaboram muito para isso (tanto que o filme começa com um mega close no olhos de Cesar, sem medo do publico achar erros na renderização dele). Gary Oldman pode até ter voltado a dar aqueles berros que soltava durante sua época mais jovem, mas não passa disso. Matt Reeves está mais que aprovado na direção, e deve continuar com a franquia.


Tão interessante quanto o universo dos filmes originais, esse novo, que agora em O Confronto é mais definido, deveria ser usado em aulas de como fazer um bom Reboot. Denso do começo ao fim, Planeta dos Macacos - O Confronto é um filme que está longe de ser totalmente fictício, pois trata de conflitos que podem muito bem existir em nossa realidade.


Os Mercenários 3


Infelizmente Mercenários 3 sofre de um problema no seu segundo ato que destroi todo o ritmo do filme. Ele começa bem, mostrando o retorno de Wesley Snipes, que foi de grande ajuda para o filme. Mas quando somos apresentados a nova equipe de Mercenários, o filme perde totalmente o ritmo, que é o pior problema para um filme de ação.

Nesse terceiro filme o grupo de Mercenários liderados por Stallas é convocado para deter alguns caboclos. Durante a missão, Sly descobre que o homem por trás de toda a operação é Stonebanks (Mel Gibson), seu ex-parceiro e que o ajudou a montar o grupo de Mercenários. A Partir disso ele resolve contratar um novo time mais jovem.


Ele é melhor que o segundo filme, que apesar de ter muitos fãs (pois é melhor no quesito "união de brucutos" do que o primeiro), é um filme muito mal dirigido. Esse terceiro tem cenas de ação melhores (apesar de ser PG-13), mesmo que elas estejam apenas presentes no final (o segundo ato é tão prejudicial que nem uma cena de ação descente ele tem).

Mel Gibson, Snipes e principalmente Antonio Bandeiras são um grande complemento para o filme. Snipes, longe de ser exagerado, nos proporciona momentos interessantes que nos fazem lembrar de sua época de ouro no cinema de ação. Bandeiras rouba o filme como Galgo. Já Gibson é o melhor vilão de toda a franquia. O Problema é que não souberam aproveita-lo.


"E os novos mercenários?" Esses não tem o menor carisma. E mesmo que não se espere profundidade em um filme desses, no minimo você espera gostar dos personagens, o que não acontece aqui. Até o Irmão do Thor (porque não sei o nome do rapaz) que está no segundo filme como Billy The Kid é mais carismatico.

De qualquer maneira é ótimo ver esses personagens novamente. Que venha Mercenários 4 com Pierce Brosnan (meu James Bond favorito) e Kurt Russel. E se possivel outros brucutus da velha guarda. É uma pena esse terceiro não ter uns 40 minutos a menos...



PS. Só pra não falar que eu achei todos os mercenários novos ruins
Ai Ronda Rousey...

O Espetacular Aranha-Humana 2: A Ameaça do Faísca

Crítica: Attention, this post contém inúmeros Spoilers
Entãaaooo... Foi praticamente impossível de escapar dos inúmeros e inúmeros elogios de várias pessoas que assistiram o filme e os vários spoilers. Fui todo alegre assistir ao que seria o melhor filme de 2014 (yep, parece que tudo mundo dizia foda-se o Capitão América), e tal...


... Mas então, primeiramente, o que Nova York trás para o Ho... Quer dizer, o que o sr.Marc Teia Webb no trás dessa vez? Após os eventos do primeiro filme, Peter Parker embora esteja mais confitente de si como um super-herói, sendo o Aranha como conhecemos dos Quadrinhos e animações, ainda tem (em apenas umas 3 cenas), alucinações do falecido pai de Gwen, o qual fez uma promessa para nunca chegar perto dela, tendo certeza que qualquer coisa de ruim poderia lhe acontecer. Promessa essa, que acaba por ser quebrada, pois ambos namoram, mas com essa vida agitada de herói mascara, acabam por prejudicar essa relação. Essa relação entre os dois por sinal, é ótima. 

As cenas com o Garfield e Stone são ótimas, com diálogos bem feitos, irônicos, a química realmente flui bem neste filme. Mas então, em meio disso, durante uma perseguição policial (impossível não lembrar da cena dos carros policias do primeiro Blue Brothers), onde quem está fugindo é o russo Aleksei, AKA Rhino, o Aranha salva Max (Jamie Foxx, simplesmente, perfeito no papel), um homem que em si é a prova de como a maioria das pessoas são verdadeiras felasdaputas, pois o mesmo é totalmente excluído e ignorado por todos (e teve vários projetos ótimos para a OsCorp, mas acabaram por nem darem crédito a ele (maldito Utivich e aquele cara calvo), mas é um fã absoluto do Aranha, e acaba sendo salvo por ele. 

Mas mais tarde, Max acaba por ser eletrocutado e caindo num... Lugar lá cheio de enguias; bem, como o sr.Pedro Santos mencionou naquela Áudio-Crítica, tudo relacionado a uma conspiração envolvendo a Oscorpo; está que também envolve os pais do Peter, mas falarei um pouco mais sobre isso lá embaixo. Max é um dos vários vilões do Aranha: um cientista inocente que infelizmente se transformou nisso, um monstro basicamente. Falando nisso, essa sensação que tive de pena, e de ainda querer um final feliz pra ele, era a que eu esperava no primeiro filme com o dr.Connors (assim como nas HQs, que envolvem o homem bom que se transformar num monstro que não queria, e que ainda tem esposa e filho que tem grande risco de morrer).


E eis que acaba surgindo Harry Osborn, interpretado de forma excepcional por Dane DeHaan; eu só conseguia ver um Artemis Fowl a cada cena, e que também não via exatamente como o vilão do filme (vilão mesmo era aquele cara lá careca). Aa, admitindo logo, o elenco deste filme é realmente muito bom, um dos melhores de uma adaptação de HQs. Mas então, como todo mundo já sabe, Harry é filho do Norman, o primeiro Duende Verde de todos, amigo de longa data do Peter, mas aqui nesse filme, é basicamente a melhor coisa durante toda a película: existe uma doença genética envolto a família Osborne (ia dizer maldição, mas maldição mesmo é nas HQs, aja Duende Verde, e, meio que não vem ao caso, mas aja também Duendes...), e Harry já chegou na idade da manifestação dessa doença. 

Norman morre, Harry virar "dono" da empresa, e descobre que as pesquisas feitas por seu pai e o de Peter, envolvendo o cruzamento de especies, acabam por conter a cura para sua doença terminal: a aranha. Um tipo regeneração, que acabaria o curando, mas todas as pesquisas foram aparentemente eliminadas após o incidente envolvendo o dr. Connors (do 1º filme). Harry então recorre ao Homem-Aranha. Mas então, vai que o sangue dele não melhore ele, o faça morrer (mas ele já não tá fadado a morte?), então ele rejeita. E ai que Harry se alia ao Max, agora o Electro vingativo.

Mas então, isso ai em cima era pra ser uma simples sinopse do filme... Mas foi eu que escrevi, então nunca acaba sendo meras 5 linhas de texto.

Então, sobre o roteiro... Digamos que após a sessão, você tem aquela impressão que na real foi fraco, e e algumas vezes tinha algumas coisas forçadas, mas acaba compensando pelos personagens (inclusive até pelos secundários como o Rhino e Felicia), e as ótimas cenas de ação. Mas não irrita tanto quanto a do primeiro filme, que basicamente não tem uma transição de trama pra outra, fica tudo junto e no final aberto pras continuações. Aqui a mesma coisa, mas como eu citei acima, o lance com pai, e a descoberta do esconderijo subterrâneo ficaram muito forçada, do tipo "Ah, temos que terminar essa estória do pai dele aqui logo", e o papo do Peter ser destinado a aqueles poderes... What?! (bem, não falam exatamente que ele é destinado, mas deixa muito a entender) 

Falando nisso também, o prologo também é ótimo, apenas peca na câmera alá Jogos Vorazes. E o final também, sobre como parar o Electro, reparando o lançador de teias, ficou muito corrido também. E então BOOM! Eis que imediatamente quando eu pergunto para mim mesmo "Caramba, todas as cenas de ação foram boas, mas vai ter nenhuma que dê aquela sensação de frio na barriga?", chega Harry, agora como o Duende Verde (méh... Sem comparações com a trilogia do Raimi), todo pomposo, fodão de si. E mesmo a batalha entre o Aranha e o Duende durando míseros 2 minutos e meio, por ai, foi a batalha mais tensa, e melhor de todo o filme. E sabe que eu queria dar um sorriso depois de perceber que todo mundo se assustou basicamente com a morte da Gwen, mas não consegui. Quem consegue? < isso ai foi uma pergunta retorica na verdade.

O visual também é lindo, acho que teria sido melhor ter visto em 3D, ou até numa daquelas salas XD, mas eu também não sou rico ¬¬

E o uniforme também ficou ótimo, ambos uniformes, do 1º e desse 2º filme estão perfeitos (Quando teremos a famosa minuscula capa de teia no sovaco nas telonas?!)

Mas então, esse é realmente -até o momento, claro- o filme definitivo do Aranha? Bem, eu diria que não. Apenas não mesmo. Agora, o Andrew Garfield como o Aranha, não preciso comentar, todo mundo já sabe mesmo que esse sim, é O Peter Parker. Agora é esperar pras sequências e ver no que dá.

Basicamente é um filme 7,5

E irei terminar este post, não com um trailer do filme, mas sim com a abertura de uma melhores animações de super-heróis, que infelizmente... Foi cancelada tal como a d'Os Vingadores, para dá espaço para outra... MALDITA DISNEY!

Capitão América - O Soldado Invernal

E essa é a crítica verdadeira, e não aquela merda do Gustavo!
ATENÇÃO: Spoilers!
Crítica
De uns tempos pra cá, as adaptações de Quadrinhos vem se desgastando. E esse desgaste não se deve a filmes ruins, mas sim, por sua exploração em excesso. Todo ano temos pelo menos 3 adaptações, que até acabam nos proporcionando momentos divertidos, mas que raramente trazem algo novo. Mas, eis que a Marvel Studios, a mesma responsável pela primeira reunião de Super Heróis no cinema, Os Vingadores, muda isso com seu novo filme: Capitão América - O Soldado Invernal.

Mas ai você me pergunta: Mas como, se ela é responsável pelo grande numero de adaptações? Bom, depois de OsVingadores, tanto Homem de Ferro 3 e Thor 2 tiveram formulas muito semelhantes, com humor escrachado, e muitas e muitas coisas que vimos em Vingadores. Thor 2 é superior a HDF 3, mas isso não vem ao caso... Parecia que daquele ponto em diante, todos os filmes seriam assim. Mas, a sequencia de O Primeiro Vingador nos trouxe uma grande evolução e amadurecimento! Chega de piadas em excesso! Vamos falar de algo sério!
Em O Soldado Invernal, Steve Rogers (Chris Evans) continua ao lado da SHIELD no combate a ameaças, enquanto se adapta ao novo mundo. Eis que uma grande conspiração entra em jogo com a chegada do Soldado Invernal, um novo inimigo que faz com que Capitão questione de que lado realmente está. (gostou da mini-sinopse? foi quem fiz, haha...). 

O Grande mérito do filme é deixar de lado as piadinhas e roteiro mais leve, para dar lugar a algo um pouco mais complexo. Usando e abusando do emocional do personagem, o filme deixa o fator heróico para dar lugar a um thriller de espionagem que remete a filmes como Missão Impossivel de Brian de Palma. A Propria trilha sonora nos coloca nesse clima, e as cenas de ação (que superam as do próprio Vingadores), ajudam ainda mais (Reparem nos combates corpo a corpo do Capitão com o Soldado). Tenha uma prévia da trilha:
Chega até ser ironico o filme ser chamado de O Soldado Invernal, sendo que toda a sua história é focada na SHIELD. Mas isso, que poderia ser um grande problema, foi exatamente o contrário. O Fantasma do velho amigo do Capitão, Bucky (sim, O Soldado Invernal é Bucky!), acaba se tornando mais um obstaculo que faz Capitão por suas emoções em jogo, do que um vilão. A Certos Flashback's mostrando Steve convivendo com Bucky nos anos 40 que repararam um problema do primeiro filme do Herói: A falta de profundidade na amizade deles. Finalmente entendemos o que significava a amizade dos dois.
Scarlett Johansson está cada vez melhor como Viuva Negra, assim como Samuel L Jackson. A cena da morte de Nick Fury é sensacional e impactante. Anthony Mackie surge como o Falcão, personagem bem definido. Não foi muito desenvolvido, mas entendemos bem quem ele é e qual suas motivações. Isso é o Suficiente! Cobie Smulders como Maria Hill tem uma participação muito maior do que em Vingadores, uma surpresa para nós. Os outros atores tambem não decepcionam em nada.

A Cena do dialogo de Fury com o Capitão no elevador resume toda a parte de adaptação do herói no novo mundo e como os tempos mudaram. Outra cena que reforça isso é a conversa dele com Peggy, que chega a ser emocionante. Tudo isso e muito mais resumem de forma maravilhosa o que é ele ser o  "Homem de outro tempo" no novo milénio.
A Coragem em evoluir em roteiro e tom do filme, a trilha sonora de tirar o folego (que remete a filmes de conspiração, com um toque do heroísmo do personagem), as melhores cenas de ação produzidas pela Marvel Studios até agora, grandes mudanças no universo Marvel nos cinemas, enfim, tudo isso acabou tornando O Soldado Invernal um P*** Filme! Mamãe me perdoe pelo palavrão... É inegável que finalmente Chris Evans se tornou o Capitão América!